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Veja Saúde | Uma vida de fúria: o que a escalada da violência diz sobre a sociedade?
“O diagnóstico requer explosões físicas ou verbais de três a quatro vezes por semana, em média, ou três grandes eventos por ano, como quebra de objetos, ir para a delegacia ou arrebentar o carro de alguém. As reações são inesperadas e desproporcionais e não têm relação com consumo de álcool, drogas ou problemas neurológicos”, resume a psicóloga Liliana Seger.
Nova Escola | Como abordar transgeneridade na escola?
A psicóloga clínica Liliana Seger, doutora em psicologia pela Universidade de São Paulo (USP), diz que as instituições devem funcionar como um ambiente inclusivo e acolhedor, seja em relação ao gênero ou à sexualidade. Ela defende que, muito além de cursos ou palestras que tratem pontualmente do tema, é preciso trazer as questões para o dia a dia, com atividades que ensinem a lidar com as diferenças.
Folha de SP | Discord vira terra sem lei com grupos que encorajam crimes sexuais e violência
Para a psicóloga Liliana Seger, do Instituto de Psiquiatria da USP, esses grupos costumam atrair jovens solitários, que encontram ali um local em que se sentem vistos e ouvidos. "As crianças criam a base para a saúde mental na infância, e a internet é capaz de fazer esse papel de unir grupos tanto para o bem quanto para o mal", afirma.