Mídias & Matérias
Veja Saúde | Uma vida de fúria: o que a escalada da violência diz sobre a sociedade?
“O diagnóstico requer explosões físicas ou verbais de três a quatro vezes por semana, em média, ou três grandes eventos por ano, como quebra de objetos, ir para a delegacia ou arrebentar o carro de alguém. As reações são inesperadas e desproporcionais e não têm relação com consumo de álcool, drogas ou problemas neurológicos”, resume a psicóloga Liliana Seger.
Globo | Agressividade no trânsito de São Paulo
O comportamento explosivo e impulsionado pela raiva no trânsito é mais comum do que imaginamos. Com o acúmulo de stress e correria do cotidiano as pessoas podem agir de forma prejudicial, afetando umas às outras. Existem formas de lidar com as próprias emoções que podem ser mais adaptativas e assertivas, e entender como isso ocorre e saber nomear esse tipo de comportamento é essencial para o início de mudanças.
Fala Brasileiro: Maioria dos motoristas já brigou no trânsito, mostra pesquisa
Embora 53% dos brasileiros admitam ter discutido no trânsito e 82% tenham xingado outros condutores, apenas 12% se envolveram em brigas físicas. A psicóloga Liliana Seger aponta a sensação de impunidade como fator que aumenta a agressividade.
Conteúdo Extra: Psicóloga explica por que as pessoas ficam mais estressadas no trânsito
Ouvida pelo Fala Brasil para comentar pesquisa sobre os casos de estresse e violência no trânsito, a psicólogo Liliana Seger explicou que o interior dos veículos proporciona uma sensação de anonimato que faz com que as pessoas extravasem sua raiva.
Record TV | Caso de nutricionista agredida levanta discussão sobre transtornos não-detectados
Um caso de violência extrema ganhou destaque nesta semana. Uma nutricionista foi agredida por um homem que passeava com o cachorro, numa rua de São Caetano do Sul, na Grande São Paulo. Ele deu uma cabeçada e quebrou o nariz dela. Situações como essa levantam algumas questões importantes.
Record TV | ‘Salas da raiva' permitem que clientes destruam objetos em SP
A sala da raiva é um lugar onde a pessoa pode quebrar coisas para se sentir melhor. Tem barra de ferro, taco de beisebol, pé de cabra e você pode escolher o que quer destruir. Será que isso geralmente ajuda a pessoa? A jornalista Fabíola Reipert foi descobrir!
Record TV | Fala Brasil: Pesquisa mostra que 70% dos brasileiros já tiveram ataque de fúria
Vai ser enterrado nesta sexta-feira (30) o maquinista que matou um colega e atirou em outro em uma estação em São Paulo. Ricardo de Oliveira Dias, de 45 anos, ficou foragido por dois dias e foi encontrado morto ao lado de uma motocicleta na zona rural de São Simão.
Portal R7 | Conteúdo Extra: Psicóloga afirma que excesso de atividades tem deixado as pessoas mais irritadas
Uma pesquisa feita com exclusividade pelo Fala Brasil mostrou que quase 70% dos brasileiros já perdeu, alguma vez, o controle de si. A psicóloga Liliana Seger explica o que acontece durante um ataque de fúria e analisa por que estamos cada vez mais irritados.
Cognitiva Scientia | Papo Cabeça com Fátima Vasques e Liliana Seger (TEI)
A Cognitiva Scientia é uma nova escola que busca habilitar e aperfeiçoar profissionais de forma íntegra, responsável e continuada dentro das ciências cognitivas, promovendo cursos de diferentes níveis e modalidades (cursos breves, de formação, de capacitação, de especialização, dentre outros).
Globo | Jornal da EPTV: Pesquisa aponta Campinas como a cidade onde mais gente fala palavrão no trânsito
Em meio a situações de stress, como no trânsito, é comum que descontemos a raiva em palavrões e xingamentos. Essas reações, quando isoladas e contidas, não costumam indicar maiores problemas, mas é importante atentar-se a sinais como, por exemplo, atitudes explosivas, descomedidas e irritabilidade constante. Combinadas a outros comportamentos, elas podem apontar distúrbios mais graves.
Jornal da Record | Série “Intolerância no Trânsito”
O stress no trânsito não escolhe cara ou momento para aparecer. Ainda que não tenhamos qualquer transtorno, no tráfego, todos nós estamos sujeitos a passar por situações irritantes - ser irritado e irritar ao outro.
Jornal da Record | Intolerância no Trânsito: discussão por causa de retrovisor termina com homem morto baleado
Um homem que dedicou a vida ao trabalho no sistema carcerário de Alagoas agora pode ir parar do outro lado das grades. Isso porque ele teve um ataque de fúria durante uma discussão de trânsito na capital Maceió. A vítima era pai de dois filhos e faria 47 anos nesta quinta (16). A família carrega a dor de perder alguém de forma tão violenta por um motivo banal: batida de retrovisores.
Jornal da Manhã | Patrícia Calderón entrevista a psicóloga Liliana Seger e o padre Lício Vale
Raiva, Extremismo, Fanatismo, Torcida Organizada… O que esses termos tem em comum? As pessoas estão com mais raiva hoje, do que tinham no passado? O que pode ser transtorno e o que não? Os políticos tem transtornos? E como agem a partir disso?
Podcast ‘JR 15 min’ | #461 Ataques de fúria: por que “agressões gratuitas” estão se tornando frequentes?
Um estudo do Instituto de Psiquiatria da Universidade de São Paulo aponta que 3% da população do país sofre com o Transtorno Explosivo Intermitente (TEI), mais conhecido como “Síndrome de Hulk”, e isso significa mais de seis milhões de brasileiros. No Rio de Janeiro, um homem agrediu um passageiro que nunca havia visto antes em uma estação de metrô. Já no interior de São Paulo, uma procuradora-geral foi agredida por um colega de trabalho. A TEI pode ajudar a explicar casos recentes como esses.
Fantástico | Especialistas tentam explicar por que agressões por motivos banais têm se tornado frequentes
As agressões estão aumentando ou agora estão sendo gravadas? Não existe uma resposta certa, por isso o Fantástico (quadro “Show da Vida”) me convidou, representando o olhar da psicologia, ao lado de especialistas de história e segurança pública, para refletir quais transformações sociais e tecnológicas podem estar contribuindo para tanta violência por motivos banais.
Podcast ‘Isso é Fantástico’ | Ep. O nosso pavio está mais curto?
No podcast para o Fantástico, conversamos sobre um assunto que está cada vez mais prevalente: a raiva. Será que estamos mais impacientes ou sempre fomos assim? A raiva pode ser sinal de um transtorno? E quando os acessos de raiva não sinalizam um transtorno, mas apenas uma reação desmedida e despropositada? Como agir nesses momentos?
Jornal da Record | Semana registra flagrantes de brigas de trânsito com consequências fatais pelo país
Brigas no trânsito estão cada vez mais comuns. O que diferencia, entre os principais fatores, a raiva "comum", que todos nós temos, de um possível transtorno, é se a reação foi desproporcional ou não ao evento e a frequência de explosões.
A agressividade quando descontrolada, pode causar muitos danos ao próprio paciente, à família, e a todos ao seu redor.
Precisamos estar sempre de olho nos sinais.
CBN | Raiva e emoções desproporcionais fazem o portador do Transtorno Explosivo Intermitente ser mais que um 'pavio curto'
Toda raiva desproporcional é TEI? Transtorno Explosivo pode ser considerado parte da personalidade? Como saber o que é raiva e o que pode indicar um transtorno? Em entrevista à rádio CNB, fui convidada a falar sobre o Transtorno Explosivo Intermitente, suas principais características e implicações no cotidiano.
Prof. Daniel Gontijo | Fatos e mitos sobre a RAIVA e o Transtorno Explosivo Intermitente
Muita coisa se diz sobre raiva… Até demais! Tanto, que muitas dúvidas surgem sobre o que é natural do ser humano, o que pode ser sinal de transtorno, e toda a escala de cinza que existe entre o branco e preto. Na live com o Prof. Daniel Contijo, em seu canal no youtube, debatemos sobre todas essas nuances e buscamos desmitificar algumas "verdades” compartilhadas por aí.
VivaBem UOL | Tenho acessos de raiva constantes, o que devo fazer para melhorar?
O problema é quando a raiva começa a ultrapassar o limite do saudável, ou seja, você não consegue ter controle sobre as próprias ações e sofre com elas. Então, nestes casos, como dito, não hesite, busque sempre a ajuda de um especialista.