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Veja Saúde | Uma vida de fúria: o que a escalada da violência diz sobre a sociedade?

“O diagnóstico requer explosões físicas ou verbais de três a quatro vezes por semana, em média, ou três grandes eventos por ano, como quebra de objetos, ir para a delegacia ou arrebentar o carro de alguém. As reações são inesperadas e desproporcionais e não têm relação com consumo de álcool, drogas ou problemas neurológicos”, resume a psicóloga Liliana Seger.

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"Essas explosões devem acontecer de duas a três vezes por semana em um período de três meses ou o paciente precisa ter tido três grandes explosões em um período de um ano para caracterizar esse transtorno. É preciso ser recorrente e não uma situação banal de estresse", afirma a coordenadora do grupo de TEI do Ambulatório dos Transtornos do Impulso, do Instituto de Psiquiatria da Faculdade de Medicina da USP, Liliana Seger.

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“Os pacientes passam a ter mais controle sobre a agressividade e deixam de representar perigo”, afirma a psicóloga Liliana Seger, coordenadora do ambulatório.

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